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	<title>Psicologia &#8211; Dra. Maria del Mar</title>
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	<description>Psicologia &#38; Psicoterapia Somática</description>
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	<title>Psicologia &#8211; Dra. Maria del Mar</title>
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		<title>Psicossomática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nucleodigital]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jan 2021 00:02:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“O corpo adoece para nos dizer que há coisas que fazemos, comemos, tomamos, contactamos, que nos fazem mal. Então o corpo entra em desequilíbrio. O corpo é um campo informacional e habitualmente a doença não chega para matar-nos, ela chega sim para nos proteger, para que alteremos algo”. No fundo do que se trata é [&#8230;]]]></description>
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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“O corpo adoece para nos dizer que há coisas que fazemos, comemos, tomamos, contactamos, que nos fazem mal. Então o corpo entra em desequilíbrio. O corpo é um campo informacional e habitualmente a doença não chega para matar-nos, ela chega sim para nos proteger, para que alteremos algo”.</em></p></blockquote>



<p>No fundo do que se trata é da criação de circunstâncias físicas, mentais, genéticas, transgeracionais que levam ao problema. Cada vez temos mais evidências que confirmam que as doenças têm um componente psicológico e emocional, embora a percentagem das mesmas possa variar.&nbsp;</p>



<p>O conceito de psicossomática humanista é muito amplo, o que é muito interessante do ponto de vista do psicoterapeuta porque embora não possamos alterar o ato médico- não vamos alterar ou suprimir a medicação &#8211; podemos fazer um diagnóstico somático do que a pessoa tem num simples ato psicoterapêutico em contexto de consultas.&nbsp;</p>



<p>O corpo é um campo informacional e habitualmente a doença não chega para matar-nos, ela chega sim para nos proteger, para que alteremos algo. O Jung já dizia que a doença nasceu para curar o homem. Enquanto estou doente eu posso parar e questionar-me – como me alimento, como me relaciono, o que preciso?&nbsp;</p>



<p>As vezes é mais fácil adoecer o corpo que a mente, não é por acaso que sabemos que muitas pessoas com doenças mentais graves, sobretudo psicoses ou esquizofrenias, raramente adocem organicamente, e isso é muito interessante porque é uma forma quase de abandonar o corpo porque onde dói, nas emoções mais primárias é no corpo, se eu abandono as minhas emoções mais primárias, abandono o corpo.</p>
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		<title>A Construção e Reparação do Trauma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nucleodigital]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 16:12:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[“Podemos dizer com confiança que a qualidade dos padrões de vínculo são os maiores preditores para a saúde ou resiliência mental. E isso explica, portanto, porque é que, diante do mesmo evento, uma pessoa responde de uma forma extrema e a outra com mais tranquilidade e assertividade”. O trauma é uma consequência da impossibilidade de [&#8230;]]]></description>
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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Podemos dizer com confiança que a qualidade dos padrões de vínculo são os maiores preditores para a saúde ou resiliência mental. E isso explica, portanto, porque é que, diante do mesmo evento, uma pessoa responde de uma forma extrema e a outra com mais tranquilidade e assertividade”.</em></p></blockquote>



<p>O trauma é uma consequência da impossibilidade de regulação adequada, e apesar da pessoa ter sobrevivido, esse evento ou eventos deixaram muitos resíduos.&nbsp;</p>



<p>Muitas vezes as pessoas têm vontade de mudar, querem fazer coisas diferentes, querem entregar-se, querem confiar, só que o corpo é muito mais lento que a mente.&nbsp;</p>



<p>Mudar a mente não significa mudar o corpo, por outro lado mudar o corpo permite-nos mudar a mente. Porque muitas das sensações desagradáveis estão no corpo, ainda que a mente não as conheça ou sequer se lembre delas. Os traumas podem ocorrer em fases muito precoces da vida e por isso nunca se terem tornado sequer conscientes.</p>



<p>Os resíduos do medo precisam de fazer movimentos novos para se libertarem.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ansiedade</strong></h4>



<p>Ao falar de trauma temos de falar também de ansiedade.&nbsp;</p>



<p>A ansiedade é um estado emocional relacionado com o medo do futuro.</p>



<p>A ansiedade manifesta-se em diversos graus de intensidade, mas no geral surge de um medo desproporcionado em relação a algo.&nbsp;</p>



<p>Ter medo não é mau e é normal ter medo de determinadas situações ou eventos futuros. Um exame, uma prova, uma entrevista de emprego, um encontro, etc.</p>



<p>Agora quando a ansiedade é desproporcional ao que estamos a viver começa a ser patológica e pode levar as pessoas a um estado muito desagradável que impede a qualidade de vida.</p>
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		<title>Sexualidade em psicoterapia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nucleodigital]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 16:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[“A excitação é a pulsação vital, uma pessoa deprimida tem falta de pulsão, falta de pressão, pode ter menos libido, ou ter uma libido disfarçada, mas não se sente viva na sua plenitude e a excitação é antes de tudo uma demonstração de vida”.  É um tema ainda pouco discutido ou olhado de forma pouco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“A excitação é a pulsação vital, uma pessoa deprimida tem falta de pulsão, falta de pressão, pode ter menos libido, ou ter uma libido disfarçada, mas não se sente viva na sua plenitude e a excitação é antes de tudo uma demonstração de vida”. </em></p></blockquote>



<p>É um tema ainda pouco discutido ou olhado de forma pouco integradora e atualmente até poderia ser abordado sem repressão ou medo, mas embora as pessoas pareçam muito modernas ainda existem muitos tabus nesta área.</p>



<p>A formação em sexologia fala muito em disfunções sexuais e também em conceitos, a nível do que é a parte social, mas fica muito aquém de explorar o que é a vinculação, o afeto e tudo o que está ligado ao lado mais emocional, e estas vertentes são impossíveis de dissociar umas das outras.&nbsp;</p>



<p>A sexologia clínica é útil porque dá uma visão anatómica, orgânica e funcional muito importante que o psicólogo não tem. Mas com a necessidade de reconhecimento da área médica tornou-se muito funcional e os sexólogos, a não ser que também tenham formação em psicoterapia, focam-se muito nos sintomas, nas disfunções (ejaculação, penetração, patologia com dor, impotência, vaginismo, frigidez, transgénero, homossexualidade, consultas de casal) mas estes temas descontextualizados do todo tornam-se algo muito mecânico.&nbsp;</p>



<p>Porque se não se ajuda a “tratar” o problema respeitando a emoção que está por detrás dele fica só anatómico e funcional.</p>
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		<title>Medo e Liberdade nos Relacionamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nucleodigital]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 15:56:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[“Se um corpo teve um histórico de dificuldade, de sentido de não segurança, de indiferença, mau trato, negligência ou falta de amor, logicamente a forma como se construiu o que é seguro e o que é liberdade está comprometida”.   Todos estamos famintos de amor, porque de uma forma ou outra, recebemos de forma incompleta carinho, [&#8230;]]]></description>
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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Se um corpo teve um histórico de dificuldade, de sentido de não segurança, de indiferença, mau trato, negligência ou falta de amor, logicamente a forma como se construiu o que é seguro e o que é liberdade está comprometida”.  </em></p></blockquote>



<p>Todos estamos famintos de amor, porque de uma forma ou outra, recebemos de forma incompleta carinho, atenção, respeito, reconhecimento.&nbsp;</p>



<p>Oscilamos entre o medo e a liberdade, no medo há lugares de nós que têm sombras, vulnerabilidades. E a proteger esse medo erguemos uma série de muros ou estruturas defensivas à nossa volta.&nbsp;</p>



<p>O ser humano tem duas pulsões opostas: &#8211; De um lado a liberdade, do outro o medo, com a função de auxiliar na sobrevivência. Quanto mais ignoramos o medo, mais ele cresce.</p>



<p>O medo é a falta de sentido de segurança. Quando perco a minha liberdade e entrego a minha identidade a alguma ideia, a uma pessoa, entrego o poder que tenho sobre mim de tomar as minhas decisões.&nbsp;</p>



<p>Fico dissociado da minha identidade interna, perco a sensação de que estou no meu corpo e faço este movimento para dentro. Então temos várias camadas e nem sempre é evidente que se têm medo. Às vezes as pessoas dizem, por exemplo, que parecemos calmos e na verdade estamos nervosos, elaboramos foi aquela máscara para sobreviver.&nbsp;</p>



<p>Insisto continuamente nesta ideia de medo e liberdade, porque eles têm uma importância enorme no tema da codependência.&nbsp; As máscaras que as pessoas criam para se defenderem podem não ser representativas das suas vulnerabilidades.</p>



<p>O quanto me é difícil identificar-me com as pessoas com quem me estou a relacionar, se me engancho na máscara e não vejo para além disso as antenas do meu corpo, para além dos sinais, posso viver no falso self.</p>



<p>Só vive constantemente à defesa quem não tem uma história de segurança nem de vínculos fortes, de bom suporte no núcleo familiar ou clã, e por isso não há uma perceção clara do que é ou não seguro.</p>
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		<title>Sonhos</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 15:51:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“O sonho recorda-nos de algum medo que nós temos na nossa vida e o que o sonho nos diz é: -tu tens de cuidar disso. E por isso as pessoas muitas vezes tem medo de fechar os olhos porque sabem que vão pensar em coisas que as preocupam e ao pensar nisso não vou descansar”.  [&#8230;]]]></description>
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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“O sonho recorda-nos de algum medo que nós temos na nossa vida e o que o sonho nos diz é: -tu tens de cuidar disso. E por isso as pessoas muitas vezes tem medo de fechar os olhos porque sabem que vão pensar em coisas que as preocupam e ao pensar nisso não vou descansar”. </em></p></blockquote>



<p>Ao falarmos de sonhos devemos refletir qual a sua função e como eles nos podem ajudar no desenvolvimento pessoal e humano na vida como na clínica.&nbsp;</p>



<p>Abordar o tema dos sonhos de uma forma pessoal ou como psicoterapeutas é algo diferente.</p>



<p>Os sonhos ao longo dos anos já adquiriram papéis distintos, já foram sub e sobrevalorizados. Atualmente sabe-se que sonhar é uma função vital para o ser humano. Se colocarmos os sonhos ao nível da pirâmide das necessidades básicas, eles surgem como uma das primeiras, como algo necessário para a sobrevivência.</p>



<p>Isso quer dizer que um bom descanso envolve um bom sonhar, e cuidar do sono (que não se mede só pela quantidade de horas dormidas, até porque nem sempre elas representam qualidade) mas cuidar da higiene do sono pode representar um ganho e equilíbrio de saúde.&nbsp;</p>



<p>Devemos distinguir dormir de sonhar, porque efetivamente são movimentos diferentes, dentro do mesmo tema.&nbsp;</p>



<p>Os sonhos podem ser explorados na psicoterapia como uma base de diálogo para o nosso inconsciente se tornar consciente.</p>
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		<title>Confiança Pessoal e Confiança em Clínica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nucleodigital]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 13:39:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Não são precisos muitos rituais para que a confiança exista. Não é sobre ter, é sobre ser! Eu para ter segurança alimento a crença que tenho que ter muitas coisas, quando na realidade a base da confiança não é ter, é o ser! E quanto mais sou… Menos preciso ter”. É interessante determo-nos na etimologia [&#8230;]]]></description>
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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Não são precisos muitos rituais para que a confiança exista. Não é sobre ter, é sobre ser! Eu para ter segurança alimento a crença que tenho que ter muitas coisas, quando na realidade a base da confiança não é ter, é o ser! E quanto mais sou… Menos preciso ter”.</em></p></blockquote>



<p>É interessante determo-nos na etimologia das palavras confiança &#8211; <em>com fiança</em>, ou seja, algo fiável, que dá uma garantia.</p>



<p>A confiança é bidirecional &#8211; eu dou e recebo, e assim me sinto completo e com sentido de segurança.&nbsp;</p>



<p>A confiança mais do que uma ideia abstrata é um estado e tem um aspeto profundamente somático, ou seja, a confiança para se identificar como tal tem de ser sentida.</p>
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		<title>Medo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nucleodigital]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 12:58:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[“Uma das coisas que as pessoas têm mais dificuldade em aceitar é em falar das causas do medo – mas a verdade é que quando se negam a falar sobre o tema sentem raiva, entram em negação. Recusam-se a falar de si, da sua história, porque contactar com a tristeza é muito difícil”. A um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Uma das coisas que as pessoas têm mais dificuldade em aceitar é em falar das causas do medo – mas a verdade é que quando se negam a falar sobre o tema sentem raiva, entram em negação. Recusam-se a falar de si, da sua história, porque contactar com a tristeza é muito difícil”.</em></p></blockquote>



<p>A um nível clínico, na psicologia, classifica-se o medo como uma emoção primária ou básica. Para além do medo, a alegria, a tristeza, o nojo, a surpresa e a raiva também fazem parte das emoções primárias.&nbsp;</p>



<p>O medo não é necessariamente um sentimento mau e não deve ser olhado como algo negativo, mas como necessário porque serve como um alerta do que pode ou não, ser perigoso.</p>



<p><strong>De que temos medo?&nbsp;</strong></p>



<p>Numa consulta em que identificamos o medo como uma emoção limitadora devemos explorar na anamnese do que a pessoa tem medo. De ser abandonada? De ser maltratada? De falhar?&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Como já referimos o medo não nasce do nada, mas sim de algo real que a pessoa viveu ou vive, ou de algo que construiu na mente.&nbsp;</p>



<p>Enquanto terapeutas devemos criar um vínculo seguro e a sensação de segurança com o paciente para então mergulhamos no problema. Deve-se, no entanto, abordar o medo na altura certa, porque é preciso que a pessoa esteja preparada para tal.</p>
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		<title>Relações Tóxicas</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2020 18:59:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Relação tóxica como o próprio nome indica é algo que envenena, que a pessoa nesse contato perde saúde emocional, liberdade, prescinde do seu potencial, e em alguns casos até se sente doente.&#160; É a síndrome psicossomática da pessoa se sentir “adoentada”.&#160; Há muitos graus de consciência e a mais primária é estar numa relação tóxica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Relação tóxica como o próprio nome indica é algo que envenena, que a pessoa nesse contato perde saúde emocional, liberdade, prescinde do seu potencial, e em alguns casos até se sente doente.&nbsp;</p>



<p>É a síndrome psicossomática da pessoa se sentir “adoentada”.&nbsp;</p>



<p>Há muitos graus de consciência e a mais primária é estar numa relação tóxica e fazer crer que não é uma relação que faz mal à pessoa mesmo que ela se sinta péssima. Porque os graus de necessidade misturados com os graus de desejo, levam a que as pessoas se iludam, contam-se histórias do que lhes está a acontecer.&nbsp;</p>



<p>As relações tóxicas acontecem em graus muito desconectados.</p>



<p>A toxicidade deste tipo de relações tem a ver com o tempo, se são curtas levam a uma resolução, desintoxicação e reparação. Se essa má experiência serve como um exemplo para não ter mais relações no futuro até pode ter sido válida e até ser estruturante.&nbsp;</p>



<p>Mas para falar de relações tóxicas temos de falar de caracterizar as pessoas com propensão para este tipo de relação.&nbsp;</p>
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		<title>A resiliência pessoal ou o poder transformacional das crises</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nucleodigital]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2020 18:55:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[tranformação]]></category>
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					<description><![CDATA[A palavra crise assusta as pessoas, mas a verdade é que a crise não tem de ser uma coisa negativa, a crise em si tem grande potencial transformador.&#160; A crise é a possibilidade de contactar-nos com a nossa essência, um contato com o corpo e com a alma. Na realidade é uma emergência que nos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A palavra crise assusta as pessoas, mas a verdade é que a crise não tem de ser uma coisa negativa, a crise em si tem grande potencial transformador.&nbsp;</p>



<p>A crise é a possibilidade de contactar-nos com a nossa essência, um contato com o corpo e com a alma. Na realidade é uma emergência que nos ajuda a compreender as crises evolutivas.</p>



<p>Não é por acaso que nos momentos de grandes crises têm havido descobertas magnificas, casualidades ou o que lhe queiramos chamar.</p>



<p>É nas crises que as pessoas se deparam com o essencial. Com o que verdadeiramente importa.&nbsp;</p>



<p>O poder transformacional das crises é justamente a hipótese de mudar o rumo, de voltar ao âmago, ao que nós somos, esquecendo as interferências que vão surgindo.</p>



<p>A crise tem duas polaridades &#8211; o perigo e a oportunidade. Se ficamos no perigo a situação mete-nos medo, assombra-nos, podemos ficar colapsados, presos ao momento negativo.&nbsp;</p>



<p>Já a oportunidade surge quando tiramos um sentido da crise, porque às vezes há uma revelação, mas não é consistente. E mesmo quando tem sentido tem de haver consistência.&nbsp;</p>



<p>Mas pode ser uma grande oportunidade de mudar para melhor. Temos a história cheia de crises de onde surgiram grandes feitos.</p>
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		<item>
		<title>Transtornos Obsessivo Compulsivos, Ataques de Pânico, Fobias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nucleodigital]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2020 18:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ataque de pânico]]></category>
		<category><![CDATA[fobia]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando o medo passa os limites do razoável, cria na pessoa um desequilíbrio que se pode revelar de formas diferentes. O corpo sente o medo e passa da sensação para o biológico – acidifica, e essa transformação química pode provocar doenças.&#160; Já quando o medo não é somatizado no corpo, pode afetar mais a mente, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando o medo passa os limites do razoável, cria na pessoa um desequilíbrio que se pode revelar de formas diferentes. O corpo sente o medo e passa da sensação para o biológico – acidifica, e essa transformação química pode provocar doenças.&nbsp;</p>



<p>Já quando o medo não é somatizado no corpo, pode afetar mais a mente, e aqui temos a génese dos transtornos obsessivo-compulsivos.&nbsp;</p>



<p>No entanto, é importante referir que, para serem classificados como transtornos é necessário que sejam obsessivos, e podem ser compulsivos ou não.&nbsp;</p>



<p>Um transtorno pode ser obsessivo sem nunca se tornar compulsivo.</p>



<p>Para ser considerado patológico, no entanto é necessário que esse pensamento impeça a pessoa de dar as respostas necessárias para garantir a sua qualidade de vida.&nbsp;</p>



<p>Quando limita alguém de ser funcional em coisas que são importantes para ela já se considera que se entra na patologia.</p>



<p>Transtornos Obsessivo-compulsivos (TOC) são então, as fases posteriores ao medo, ou seja ao catalogar a escalada do medo em etapas, os TOC são a sua fase mais aguda.</p>



<p><strong>Há sempre uma razão para se desenvolver estas patologias</strong></p>



<p>As obsessões nascem de situações que exigem muito da pessoa, interna ou externamente. A obsessão não nasce do nada, mas de uma sobrecarga. Quando há grandes desafios é necessária coragem para enfrentá-los.&nbsp;</p>



<p>As transições são momentos de crise que nos desafiam.&nbsp;</p>



<p>Muitos medos arquetípicos a que até poderíamos chamar os “nossos fantasmas” não se veem, mas sentem-se. As crises obrigam a que se larguem coisas, se saia da zona de conforto, se mude, e nestas alturas de desafio é normal que o medo emerja.&nbsp;</p>



<p><strong>O vínculo como regulador da saúde mental</strong></p>



<p>O maior antidoto de transformação de um paciente que vem à terapia é o vínculo, é a sensação que nos preocupamos com ele.&nbsp;</p>



<p>O bom terapeuta anda para trás na história do paciente até ao momento onde o vínculo se perdeu ou se fragilizou. Desse lugar então podemos começar a reparação desse estrago. E o importante é criar com o paciente um vínculo, mostrar-lhe que ele pode amar e ser digno de amor, de atenção e que desse lugar de confiança ele nos possa mostrar quem é, o que o preocupa, o que lhe mete medo.</p>
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